Ana Paula Martins diz que a grávida de 40 semanas em trabalho de parto assistida pelo INEM à porta do hospital de Faro deveria ter sido admitida, mesmo com a urgência obstétrica reservada a casos graves. ULS do Algarve argumenta que avaliou o caso como de baixo risco e que os meios daquela unidade “não deveriam ser ocupados numa situação sem risco